O ÚLTIMO TEXTO DO COISITAS

É a hora da despedida do Coisitas. Este formato não está condizente com os trecos tecnológicos que a velocidade atroz da internet nos compele. Sem curtição no facebook ou seguidores no twitter, não dá mais. Aqui abro um entreparênteses para dizer que atualmente vivo uma vida mais offline, restrita ao email, MSN de poucos amigos, namorada, familiares e basta. Porém nos tempos em que A Rede Social virou até filme oscarizável, não dá para nadar contra a corrente. Antes de fechar a conta no bar, vão as estatísticas desse boteco: - · 5 anos e 1 mês de duração (de fev de 2006 a mar de 2011);
- · 244 textos ;
- · 706 comentários.
O que dá uma média de 4 textos por mês e 2,9 comentários por texto. Como quem inspirou o texto 1 ainda está comigo, a coisa deve ter funcionado. Agora vou adentrar na brandura e aspereza da mecânica das novas redes. Quem me segue? Atendo no novo endereço: http://outrascoisitas.blogspot.com Cheers,
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 21h20
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Sem cunho científico
Não tem cunho científico, mas já sociológico...  
Leia texto anterior.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 10h08
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Novo Ano das Mulheres, Velhos Paradigmas (da série, TEXTOS DE SEGUNDA)

Outra beleza Outra beleza, você tem que põe cama e mesa E mais beleza no mundo também Outra Beleza - Paralamas Você que é índio, anota aí: Dia 1º, posse presidencial & afins. Como todos já sabem, nossa 1ª presidenta foi empossada esses dias, na data reservada para o dia mundial da ressaca, apenas mais uma das muitas particularidades do nosso país. Não é à toa que muitos chefes de outros Estados mandam apenas representantes, pois compromisso oficial em pleno dia 1º deve ser dose. Para os membros do executivo brasileiro é, logicamente, uma festa. Afinal não é qualquer um que consegue um emprego garantido de 4 anos com salário de 26 mil, mas para muitos jornalistas, seguranças e outras n profissões, trabalhar no feriado, logo depois do réveillon, não deve ser fácil. Passei hoje por uns sites para ver as notícias da festa-da-posse. Havia alguns destaques: 1. Posse & Discurso da Dilma; 2. Despedida do Lula (...Ele sai da presidência, mas a presidência sai dele?); 3. Beleza da mulher do vice-presidente; Ah? É... É isso mesmo. A beleza da esposa do vice ocupou tanto espaço quanto a posse em si, “roubou a cena” como li em alguns jornais. Quem não tiver ainda visto e havendo curiosidade (uma das maiores características humanas), pesquisando por palavras como “esposa – vice – posse” imagens vão pipocar pela net. Então, no ano novo das mulheres (a posse teve homenagem a mulheres célebres, show de música só de artistas mulheres, segurança presidencial feita por mulheres motociclistas, etc) o destaque mesmo foi para a beleza da mulher do vice... Novo Ano das Mulheres, Velhos Paradigmas. Sem maiores críticas hoje. Comecemos o ano de bem, pois o mundo é belo.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 11h15
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Reescrevendo o ano

Obviamente, não se pode ser sempre racional. Fim-de-ano, época das infinitas listas dos melhores (melhores filmes, melhores times, melhores músicas, etc), do Natal, do peru, do fim do intervalo insuportável entre o Carnaval e o Ano Novo e da escolha filosófica de “Caso ou compro uma bicicleta?”. Hoje li uma matéria intitulada “Faltam 2 dias para o Ano Novo!”. Gente... Será que não tinha nada melhorzinho? O mundo parou? É a vulga síndrome do final do ano. Quem estuda, está de férias. Quem trabalha, não tem vontade de trabalhar. Com tanto marasmo, acaba virando um período reflexivo por não se ter mais o que fazer. Acredito ser uma das únicas épocas que o mundo parece acordar e perceber que a vida não deve ser levada tão a sério (impressão minha). O que você “é” ou “vive” ou “como vive” vem das suas escolhas. Se não está gostando, estas escolhas prévias podem, sim, ser mudadas. Fim-de-ano parece vir para dar uma sacudida, pois muitas pessoas estão vivas, mas morreram emocional e intelectualmente muito tempo atrás. “De mesmice morrem os mesmos”, é uma frase que sempre gosto de citar. Reflexão demais, lógico, traz graves conflitos. Com tanta festa e tempo livre, muitos repaginam a casa e vão passar a limpo os relacionamentos. Não que isso seja ruim, mas expectativa de um mundo melhor, muito ânimo e bebida causam, em geral, crises existenciais e barracos amorosos. Tomem cuidado. Mas voltando ao principal tema do texto, reescrevendo o ano: _ Se fosse para reescrever o ano, meu time teria ganhado alguns títulos, o coração estaria tranqüilo, não haveria problemas no relacionamento, mudaria de cidade e tinha ganhado na loteria. _ Mas aí não teria graça, Eduardo! – diriam alguns. Comentário que discordo veementemente. Graça teria, e muita. O problema é, quer queira ou não queira, o jogo não funciona assim. Coisitas agradece e deseja um orgástico & fodástico 2011 a todos. Não tenho motivos racionais para crer nisso, apenas tenho esperanças.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 16h03
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Futebolmente crônica II (da série, TEXTOS DE SEGUNDA)

Acho que não foram poucos os textos em que misturei futebol e outros assuntos aqui no blog. Lembro de, no mínimo, uns 5. Gosto, como a maioria dos brasileiros, de futebol. Clichê? Ópio? Bem, isto fica para outra ocasião. Segue um texto que muito me admirou e que recebi a pouco por e-mail:
"1 9 8 4 Não me lembro de ter chorado pelo título do fluminense em 1984. Também isso já tem 26 anos... e a minha memória não anda lá essas coisas... Mas no dia 13 de novembro daquele mesmo ano eu chorei. E chorei muito. Havia nascido meu filho Eduardo, eu estava distante fisicamente... mas o meu coração estava lá em goiânia. Três dias depois eu o vi pela primeira vez. Lembro a primeira coisa que disse quando o vi: "nossa, ele é tão pequenininho". E hoje ta aí, grandão. E hoje eu senti uma emoção muito grande. Pequena, se comparada com a chegada dele. Mas, me vi chorando com o título do time do meu coração. E novamente, estou distante. Quem sabe daquí a três dias eu não encontre com o meu time Assim como aconteceu em 1984, com o motivo que me fez chorar. Amo voce meu filho. Eu"
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 10h12
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Heróico Goiás, Salve o Rio

Aqui, agorinha Vibrei sozinho. E não estou falando de nenhuma experiência masturbatória. Nenhum grito lá na rua. Olhando a vizinhança acho até que poucos televisores estavam ligados, e os poucos ainda ligados não compartilhavam do meu canal e do meu entusiasmo. Heróico. Épico. E toda a lenga-lenga típica de comentaristas esportivos. Nenhum grito lá na rua. Nenhuma buzinadinha. Nada. O Rio, vocês devem estar acompanhando as notícias: Caos! Fogo! Guerra! Nessas horas, por ambos os motivos, que mais sinto que estou na cidade errada. Ou apenas de passagem. Enfim, só sei que para mim foi bom. Enquanto isto, a cidade dorme. Espero que acorde em paz.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 00h31
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I "love" irony (Eu "amo" ironia)

Foto de um desfile da VictoriaSecret Qual a melhor tradução para "Kiss my ass"? Cuidado, é uma pergunta capciosa.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 22h52
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As palavras dos poemas (da série, TEXTOS DE SEGUNDA)
Seriados & Livros. Televisão & Revistas. Ficção & Ficção. A realidade é dura e nos humilha diariamente. Seria uma fuga não querer ver jornal? Será alienação? Fato é que não tenho mais interesse por nada tão real ou tão sério fora do expediente. Muito melhor me inspirar na vida sadia do Charlie de Two and a Half Man ou nas neuroses do House. Se a arte imita a vida e a vida imita a arte, antes Fernanda Young a Fátima Bernardes? Veríssimo a Patrícia Poeta? E falando em poetas... Listei umas palavras que nunca ouvi por aí, numa mesa de bar, por exemplo, estão presentes nos poemas apenas: 1. Inglória 2. Atroz 3. Vã 4. Transeunte 5. Nefasto Estariam a ficção e a literatura tão desgarradas assim da realidade? Não se vive uma vida nefasta? Como diria o sábio Allen: “A realidade é chata, mas é ainda o único lugar onde se pode comer um bom bife.” Bazinga a todos.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 23h40
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FERIADÃO (da série, TEXTOS DE SEGUNDA)

Feriadão, né? Volto na semana que vem. Até lá. Mas só para não deixar passar batido, um mapa que anda rolando pela mídia, do país dividido. Quando vi pela primeira vez achei bem estranho, mas olhando as porcentagens, vi que as cores estão na verdade muito maquiadas. Nada é tão preto-no-branco assim, ou no caso, vermelho-no-azul. A matemática não mente. "...A grande maioria dos estados que aparecem em azul no “país dividido” da TV Globo são unidades da federação em que Serra venceu por mínima diferença: Goiás (50,7%), Rio Grande do Sul (50,9%), Espírito Santo (50,8%), Mato Grosso (51,1%). Não se encontra, na coluna azul, nem rastro de um estado em que a vantagem se compare com a conquistada por Dilma em lugares como Amazonas (80%), Maranhão (79%), Ceará (77%), Pernambuco (75%), Bahia (70%), Piauí (69%) e vários outros. Num país com eleição por sufrágio universal e uma diferença tão acachapante entre os estados “dilmistas” e os “serristas”, só com muita desonestidade intelectual você colore alguns estados de azul e outros de vermelho, sem variação no tom das cores, para apresentar um país “dividido”...." fonte: Aqui! Boa semana. P.S.: Adorei uma mulher no poder, vocês não?
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 10h04
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DESPEDIDA DE SOLTEIRO (da série, TEXTOS DE SEGUNDA)
“Eu é quem resolvo os meus conflitos Com aspirina, amor ou com cachaça...” Zeca Baleiro em A depender de mim A despedida de solteiro havia sido tão boa que o noivo havia desistido do casamento. Mas vamos por partes... ---------------------------------- O fato é que iriam se casar. Já se passara muito tempo. Os pais pressionavam, a sociedade pressionava... Isso de apenas morar junto era moderno demais e no fundo, no fundo, tudo mundo é meio tradicionalista. Outro fato é que, seguindo a tradição, o pai da noiva arcaria com quase tudo e com isso, o noivo pôde se dar o luxo de coisas até então impensáveis. Juntou os amigos e deu a cada um, uma quantia considerável das suas economias. “É para minha despedida de solteiro” _ dizia. “Caprichem” _ enfatizava. Pois bem... Estava agora o noivo, atirado no sofá do “local”, dizendo aos quatro cantos: “Não caso de jeito nenhum” e os amigos perplexos, pensando: “Agora fud**”. Algum tempo antes desta cena, a ação se desenrolou mais ou menos assim: um grupo de 4 amigos com uma boa grana (do noivo) e sem juízo (deles mesmos) armou a esperada despedida de solteiro, em uma dessas... Boates onde há strip-teases e quartos para dormir, digamos assim. Chega o noivo. Brinde. Fim da solteirice. “Aqui jaz mais um guerreiro...” Brincadeiras e verdades a parte, a boate era uma festa só, ainda mais para uma terça-feira comum. Bebida a rodo. Mulheres com pouca roupa, a rodo. Porque como anunciara o locutor: “Era o fim de uma era”. Obviamente, era tudo arquitetado. Tudo seguia um programa, um horário, uma tarifa... Estava tudo combinado com todos. Iria ter as danças, os brindes, o corpo-a-corpo mais provocativo e não passaria disso. Porém, esqueceram de combinar com o noivo, que a cada provocação dizia “Sim”, “Bora” ou “Por que não? Dói?”... Estavam no local, umas duas dezenas de beldades ao bel-prazer dos visitantes. Mas sendo o noivo um homem digno, subiu para o quarto só com meia dúzia. E voltou outro. E este outro não queria mais se casar. Por que a despedida de solteiro é melhor que a solteirice em si? Imagino que é nessa hora deva ter passado pela cabeça do noivo as idéias errôneas que o amor & sexo seriam a mesma coisa, que o dinheiro não teria importância e ou que ele era realmente bonito, ou algo do gênero. Continua semana que vem...
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 00h58
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COLETÂNEA - ELE & ELA
Ele: Entre uma mentira doce e uma verdade que machuca, sempre esqueço qual escolher. ________________________________________ Ela: Compro para esquecer as dívidas. ________________________________________ Vendo o Kama Sutra: Ele: Querida, você está pensando no mesmo que eu? Ela: Sim. Ela: Ela deve fazer pilates. ________________________________________ Amiga: Acabou tudo então? Ela: Sim. Amiga: Mas qual o motivo que ele deu? Me conta. Ela: Que ele não me ama... não gosta de ficar perto de mim... que fica com falta de ar de se imaginar passando de novo pela triste coreografia de fazer sexo comigo. Esses são os vagos motivos que ele dá, mas acho que só está sendo educado. Na verdade, acho que ele não gosta da minha comida.
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 20h46
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BRAZIL WINDPOWER 2010

| 0 | Room 3 - Brazil’s legal issue in Brazil’s Wind Power Development | Chair: Sérgio Leis Pacific Hydro, Brazil Wind Prediction and climate changes: challenges, dangers, risks and achievements Leontina Pinto Engenho Pesquisa, Desenvolvimento Consultoria Ltda Comparison between wind energy and precipitation of rain in Brazil Eduardo Dias  Voltalia Energia do Brasil Legal Analysis of Critical environmental Legislation Under the Environmental Impact Assessment (EIA) Fabricio Dorado Soler Felsberg e Associados Climate, carbon markets and Brazil’s wind industry growth Steve Sawyer GWEC Programming here! Yes!!! 
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Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 12h46
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CARTA AO PAI vol. 2 ou O DELÍRIO EQUACIONADO

Direto do Rio, a cidade de pernas abertas, para o Alabama, o estado do blues e dos furacões.
Engraçado ler a carta que escrevi ano passado aqui mesmo no blog. Eu, recém-formado, recém-contratado e convenhamos, meio perdido... Perdido não, sonhador. Me mudando iria me organizar, faria cursos e esportes, pegaria todas e juntaria dinheiro para te visitar.
Bem, depois de um ano o que posso dizer...
C`est la vie, como dizem os franceses.
Ou em termos mais brasileiros e poéticos:"Mundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução."
Planejamento, organização, ação e sonho. Estão aí palavras difíceis de se colocar na mesma frase. Porque o mundo, como você bem sabe, é louco. O tempo é imprevisível. Os amores são vãos. As equações são falsas. A preguiça é eterna.
Aconteceu tanta coisa neste período abr/2009-abr/2010 que parece que foram uns 3 anos... uns 2, no mínimo.
Com isto, neste ano não farei prognósticos. Sem bolas de cristal. Sem promessas. Mistura de comodismo e amadurecimento. Enfim, realismo puro e doce daquele que já não é mais isento no imposto de renda e viu que o Alabama só é logo ali, perto de Aracaju, na música do Zeca Baleiro.
Quando quiser voltar o Brasil está de braços abertos e o Rio está... como já mencionado no 1 parágrafo.
Que o vento vai soprar, isso vai. Só não sei para onde.
Boa sorte em 2010.
Um beijo, Edu, seu filho. Happy birthday...
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 22h54
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LEMBRETE - ENTRADAS FODAS
Só para lembrar a todos que está, enfim, terminando aquele intervalo insuportável entre o Carnaval e o Ano Novo. Amores homéricos & entradas Fodas a todos neste periodo. Abraço, Edu
Eduardo atualmente ve o mundo a partir do Rio de Janeiro
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 19h25
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TEXTO SEM ACENTO

Zéfiro, o deus grego do vento oeste e a deusa Chloris,de uma pintura de 1875 de Bouguereau Maos dadas no cinema. Primeiros encontros:
[Ele]: Aposto que consigo fazer voce gozar so com a minha lingua. [Ela]: Ah eh? [Ele]: Eh.
Esta e uma historia ficticia, mas muitas estorias poderiam comecar da mesma forma. Provocacoes & Promessas. Aquela sensacao de super-homem, super-mulher, de frescor, de conquista... Tudo para percorrer os centimetros entre os labios que podem ter um trajeto longo e sinuoso. Mas e depois? O caminho uma vez percorrido nunca mais sera o mesmo. Voce eh da artistica area de projetos ou da pragmatica area do OeM (operacao e manutencao)? Com a intimidade, a resistencia sera bem menor. Seria a falta de resistencia um fator anti-desafiante e, por consequencia, anti-excitante? A rotina eh o cavalo-de-troia do amor. Fiquemos atentos guerreiros! As relacoes sao, e devem ser, tao dinamicas quanto um vento que passa.
Eduardo atualmente ve o mundo a partir do Rio de Janeiro
Escrito por £duardo Vi¢tor Di@s às 19h00
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Homem, de 20 a 25 anos, Livros, Cinema e vídeo, Amor e sexo
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